Sistema de estacionamento rotativo em Piratininga

A partir de 15/12/17, Piratininga passará a contar com sistema de estacionamento rotativo. O sistema funcionará das 7 às 19 horas, às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados, com cobrança de R$ 5 por 4 horas. Serão cobrados, no máximo, 2 períodos de 4 horas. Já os que estacionarem por até 2 horas pagarão R$ 3,50. O estacionamento rotativo também funcionará nas demais praias da Região Oceânica de Niterói – em Itacoatiara serão oferecidas 1.100 vagas; Camboinhas terá cerca de 1.050; Piratininga, 685; e Itaipu, 250.

Tirolesa em Itacoatiara

A Enseada do Bananal tem servido de palco para a 1ª tirolesa ao ar livre de Niterói. A tirolesa – de 40 metros de altura – foi aberta ao público há menos de um ano. O acesso é feito pela trilha da Enseada do Bananal, na praia de Itacoatiara, na Região Oceânica. Atualmente, o equipamento é liberado uma vez por mês – os interessados podem tomar conhecimento das datas pelo Facebook, na página “Rapel e Tirolesa em Itacoatiara”. A meta, porém, é disponibilizar a atração com uma frequência maior, de 15 em 15 dias.

Ilha do Pontal recebe sinalização

Para recepcionar estudantes de Niterói, a Ilha do Pontal, na Lagoa de Piratininga (perto do Cafubá, na Região Oceânica), recebeu placas de sinalização e mensagens educativas. Também houve reforma da ponte de acesso. O projeto tem como objetivo conscientizar as crianças e apresentar a área. Em 2014, um decreto da Prefeitura instituiu o programa Niterói Mais Verde e criou 22,5 milhões de metros quadrados de áreas protegidas. Um dos trechos é o Parnit, que inclui a Ilha do Pontal. Ela vem sendo preservada, inclusive com resgate dos vestígios de sambaquis encontrados em sua área – na Ilha, há grande quantidade de conchas de moluscos, indicando que povos antigos habitaram a região.

Operação Verão tentará botar ordem no trânsito e nas praias

Em novembro, a Prefeitura de Niterói dará início à Operação Verão. A campanha, que irá de 2/11/17 até 25/03/18, terá como foco orientar motoristas, comerciantes e banhistas. O objetivo é evitar estacionamento irregular, manter as vias livres, nortear comerciantes, ordenar os espaços destinados aos ônibus, coibir a ação de flanelinhas e ambulantes ilegais, fiscalizar veículos de excursão e a ocupação irregular do espaço público. Serão mobilizados 404 agentes (130 guardas municipais, 128 agentes de trânsito e 84 policiais militares). A ação é necessária, ainda mais por conta das obras na Região Oceânica (se numa terça-feira nublada o trânsito já está ruim, imagina no final de semana de sol…).

Prefeitura promete concluir 95% da Transoceânica até dezembro

De acordo com o prefeitura, até dezembro estarão concluídas 95% das obras da Transoceânica e o cinturão de galerias de macrodrenagem na Avenida Almirante Tamandaré. Atualmente, há obras desde o Itaipu Multicenter até a Av. Central. A prefeitura informou que, em dezembro, só vão restar 500 metros de intervenções nas pistas. O prazo para término da totalidade do projeto está mantido para março (incluindo o sistema de ciclovias, pistas de tráfego, sinalização e demais obras de infraestrutura). Não entram nas contas as 11 estações ao longo da Transoceânica – a concorrência para a construção das estações estava prevista para setembro, mas foi adiada porque o edital não foi liberado pelo Tribunal de Contas. A população da Região Oceânica de Niterói conta com a dedicação dos agentes públicos para o cumprimento dos prazos – sobretudo os comerciantes, que estão sofrendo bastante com a redução do fluxo de clientes.

Região Oceânica receberá investimentos do pré-sal

A Região Oceânica de Niterói será uma das beneficiárias dos investimentos vindos do pré-sal. Atualmente, Niterói é o segundo município do Estado que mais recebe os royalties do petróleo (tendo ultrapassado inclusive cidades como Campos e Macaé). De acordo com a prefeitura, o plano é investir esse dinheiro em quatro áreas prioritárias, sendo que uma delas é a drenagem e pavimentação de toda a Região Oceânica. Em 2016, Niterói arrecadou R$ 316,4 milhões em royalties. Já em 2017, até agosto, a conta já estaria em R$ 420 milhões. Aliás, em 2018, a previsão é de que a Região Oceânica terá 75km de ruas asfaltadas, acabando com as vias de terra e os alagamentos. Vamos divulgar e fiscalizar.

Destroços do navio Camboinhas aparecem após ressaca e maré baixa

Encalhado na década de 50, navio Camboinhas vem à tona após ressaca e maré baixa. Em 1958, o navio estava com problemas e, ao ser resgatado por outra embarcação, passou por uma tempestade na entrada da Baía de Guanabara. Os ventos partiram o cabo que o prendia ao rebocador e arrastaram o navio, que acabou encalhando na praia. E, nas tentativas de resgate, uma fragata também encalhou. Agora, 59 anos depois, os destroços do Camboinhas (que veio a dar nome à praia e ao bairro) voltaram a aparecer, para lembrar aos moradores da Região Oceânica de Niterói sobre sua história (e também para tomarem cuidado ao mergulharem no local).

Voluntários ajudam a reflorestar Mangue de Itaipu

Desde 2010, voluntários vêm plantando mudas na terra alagadiça à beira das lagoas da Região Oceânica de Niterói, principalmente na de Itaipu, para acelerar o desenvolvimento da vegetação de mangue naquele entorno. O resultado que se vê hoje nos lugares tocados por essas iniciativas é inspirador: começa a surgir uma floresta das mais de 20 mil mudas plantadas em diferentes trechos. No mais recente plantio em massa, feito em julho de 2017, dezenas de pessoas se juntaram em mutirões e plantaram 12 mil mudas, numa área descampada com cerca de 50 mil metros quadrados — cinco vezes o campo do Maracanã. Um resultado já visível nas áreas onde as plantas se desenvolveram é a aparição cada vez mais frequente de espécies da fauna, como o Caranguejo Aratu. Um bela iniciativa.