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uniaoCampanha de valorização da Região Oceânica de Niterói.
Cresce um. Crescem todos juntos.

 


João é arquiteto. Mora em Piratininga. Mas trabalha no Centro.
Antes, acabava fazendo suas compras perto do serviço. Resolvia tudo por lá. Até porque sempre disseram que era mais barato. E tinha mais variedade.
Boa parte da grana dos seus gastos mensais ficava longe de sua casa. Cinquenta reais no corte de cabelo. Cem reais no posto de gasolina. Duzentos reais para os ingredientes do churrasco. Quinhentos reais com materiais de construção. Etc., etc.
Mas aí João descobriu que, num supermercado ali em Itaipu, havia ótimas promoções. E que o atendimento no posto de gasolina de Itacoatiara – no caminho da praia – era diferenciado. E que a barbearia de Camboinhas oferecia os mesmos serviços por um preço mais em conta. E que, malhando na academia perto de casa, poderia parar de enrolar e, enfim, completar o treino da semana.
Tudo mais prático. E, muitas vezes, mais barato.
João passou a economizar até seu precioso tempo (diminuiu a frequência nos “prazerosos” congestionamentos e nas intermináveis buscas por vagas).
A vida de João melhorou.
Final feliz? Feliz sim. Mas não o final. Na verdade, é apenas o início. O início de um ciclo para lá de virtuoso.
Não foi somente João que se deu bem nessa história. Também saiu ganhando a Dona Conceição, dona do posto de gasolina de Itacoatiara. Com mais abastecimentos (de tantos outros “Joões”), sobrou dinheiro para a tão esperada expansão do negócio. Agora ninguém segura! Contrataram mais atendentes para a pista. Reformularam a fachada. Abriram uma loja de conveniência. O que era bom passou a ser melhor.
Sem contar que, nessa história, entraram o Roberto (novo frentista), a Rafaela (designer da repaginação da fachada) e o Seu Afonso (da loja das tintas para a pintura da conveniência).
E olha que o Roberto, frentista – que é morador do Tibau –, no intervalo para almoço, virou frequentador assíduo do restaurante do Wilsinho, ali ao lado do posto (dizem que serve um PF de responsa). A Rafaela, que não conhecia a Região Oceânica, gostou tanto que passou a procurar uma casa para alugar. E achou! Um aconchegante sobrado no Cafubá. Advinha de quem? Do seu Afonso (por indicação, claro, da Dona Conceição) – com o aumento das vendas na sua loja em Maravista, o Seu Afonso conseguiu terminar a casa que vinha construindo (o aluguel vai garantir aquela rendinha extra na aposentadoria).
Poderíamos iniciar novo ciclo (já falando sobre a contratação da Sara, esposa do Roberto, pela mãe do Wilsinho, a Dona Rita, para trabalhar em seu buffet infantil no Engenho do Mato). Essa corrente de valorosos elos, aliás, não teria fim.
Mas nem precisa. Deu para pegar a ideia, não deu?

P.S. Deixa contar só mais uma. Sabe quem fez o projeto do buffet da dona Rita? Ora, o João! O nosso dedicado arquiteto acabou mudando seu escritório para a Francisco da Cruz Nunes, pertinho de seu apartamento (agora almoça em casa, com as crianças e a esposa – e até tira um cochilo antes de voltar para o serviço).


Esse filme é baseado em fatos reais!
Além do consumo consciente, o ebolso incentiva a valorização da Região Oceânica de Niterói.
Com informação e estímulo, as pessoas passarão a consumir mais produtos e serviços perto de suas casas (e por um bom preço).
E, quanto mais isso acontecer, mais haverá investimentos por parte dos comerciantes.
E, quanto mais investimentos, mais haverá opções para os consumidores.
Um círculo virtuoso. Que vai dar inclusive na geração de empregos, desenvolvimento de infraestrutura, melhora do trânsito, fomento do turismo e mais.
Cresce um. Crescem todos juntos.
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